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Saúde indígena de Guajará-Mirim, RO, é discutida em reunião

img_1340Representantes do Ministério Público Federal (MPF-RO) e do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) se reuniram na quarta-feira (25) com lideranças indígenas no auditório da Universidade Federal de Rondônia (Unir) em Guajará-Mirim (RO), município a 330 km de Porto Velho. No encontro foi discutido sobre a atual situação dos indígenas do município, envolvendo problemas sociais e de saúde.

Os cerca de 5.500 indígenas da região de Guajará-Mirim foram representados por lideranças locais. O MPF participou, ouvindo as solicitações dos presentes, buscando a melhoria na qualidade de vida da população.

Segundo o conselheiro de saúde indígena Gilmar Oro Nao, a principal solicitação é contratação de médicos para a Casa de Saúde Indígena (Casai). “É fundamental tratar as questões. Temos expectativa que seja apresentado o projeto da nova Casai para que possamos ter um local adequado. Ainda não temos médicos, como foi prometido quando fizemos a última manifestação”, diz Gilmar.

Uma ação civil pública foi instaurada cobrando da União que seja cumprido um cronograma de atividades e a construção de nova sede da Casai, já que o atual prédio não atende a população.

O coordenador do Dsei, Antônio Ribamar, disse que as providências já estão sendo tomadas. “Nosso cronograma já foi apresentado e temos 12 meses para a execução da obra de uma nova Casai. Enquanto isso já alugamos um novo local para atender os indígenas”, afirma Ribamar. Ele garante ainda que a nova unidade terá mais leitos, salas e espaço. A obra custará cerca de R$ 3,5 milhões.

Segundo o procurador do MPF Daniel Dalberto, a região de Guajará comporta mais da metade da população indígena do estado e as condições de atendimento da saúde são as piores de Rondônia e abaixo a média nacional. “A questão mais problemática é a saúde indígena, tanto na questão estrutural da Casai, como em todos os encaminhamentos do setor. Temos postulado judicialmente para que efetivamente haja a aplicação de recursos na saúde e na reforma da Casai”, afirma o procurador.

Dayanne Saldanha – Do G1 RO 

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