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Hospital de Guajará-Mirim continua sem médicos plantonistas

img_0400Mesmo após a força tarefa do governo de Rondônia no município de Guajará-Mirim (RO), a 330 km de Porto Velho, o Hospital Regional Perpétuo Socorro continua sem médicos para cumprir a escala de atendimentos. Unidade ainda registra falta de profissionais para plantões norturnos nas quintas, sextas e sábados. Segundo Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), o estado negocia a contratação de dois médicos, mas ainda não há previsão.

Quem procura por atendimento e não consegue, se revolta. Um paciente que não quis se identificar saiu do hospital depois de horas de espera, sem sucesso. “É uma vergonha. Estou aqui há duas horas, com febre há dois dias e ninguém me atendeu. Vou embora doente, mesmo. Aqui é uma bagunça”, afirma.

As dificuldades continuam, mesmo com o envio da força tarefa, ainda não há médicos lotados nas quintas e sextas-feiras e aos domingos no período noturno. “Ainda há essa falta e toda semana corremos atrás de outros médicos para suprir”, afirma o secretário da Semusa, Edmilson Braga. Na última segunda-feira (2), apenas uma médica estava no plantão no turno da manhã. O centro cirúrgico, interditado desde agosto de 2014, ainda aguarda a vistoria do Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero) para ser liberado.

Segundo Braga, o hospital atende normalmente cem pessoas e cerca de 80% dos casos poderia ser atendido em unidades de saúde dos bairros. A orientação para a população é que procure o pronto-socorro apenas para emergência. “Aqui no hospital regional é só urgência, como infarto, acidentes, dentre outros. Quem tiver outras doenças, como suspeita de dengue e atenção básica, deve procurar os postos de saúde que funcionam o dia todo”, afirma.

A Semusa informou que para compor a escala médica dos plantões da emergência, os dois médicos prometidos pelo governo estão em estágio de negociação, mas ainda sem previsão de formalizar contrato. O governo do estado alega que os profissionais não têm interesse em atuar no município.

Fonte: Dayanne Saldanha Do G1 RO

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