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GREVE NA EDUCAÇÃO: CÂMARA SE REÚNE COM PREFEITO E CLASSE SINDICAL

aaaaagreveCom a participação de vereadores, secretários municipais, professores, procuradoria executiva e a representação sindical da classe docente, aconteceu na manhã de quinta-feira (03) uma reunião com o prefeito de Guajará-Mirim, a fim de avaliar a proposta de repasse dos já polêmicos 5% fatiados entre secretarias municipais no intuito de ajudar a calamitosa situação da Educação.aaaagrve1

A sugestão que apresentou a classe sindical para a resolução dos problemas que hoje afligem o segmento educacional, tem causado dores de cabeça tanto ao Poder Executivo como à Câmara Municipal. Solidário aos reclames da classe docente, a Câmara, através de seu presidente, Paulo Nébio, prometeu apresentar indicação que autoriza a prefeitura a repassar os tais 5% para dar suporte às alocações nos gastos educacionais.aaaagreve2

O problema é que na contramão, secretários do Executivo apresentaram manifesto contrário à proposta sindical da Educação. Paralisados há mais de 15 dias, os professores e empregados da Educação reclamam pela quitação de seus salários dentro do mês de trabalho, dentre outras reivindicações listadas em pauta.

A líder sindical Marilete Soares, presidente do Sintero, uma das principais paladinas da categoria, alegou na ocasião que a classe educacional não reclama apenas pelo ajuste na questão salarial, mas também por melhorias nas escolas, a maioria hoje sem menores condições de funcionar, tamanho o estado precário em que se encontram. apregoa que o repasse dos tão sonhados 5% é o mínimo que a prefeitura poderia fazer para ajudar a Educação a sair da crise em que se encontra.

Em reposta à Marilete e aos presentes, o prefeito Dúlcio Mendes explicou claramente que no momento não existem maneiras de conceder este suporte devido ao impacto no orçamento e nas finanças da prefeitura. Justificou que do montante que repassa o Fundeb para a Educação, 40% se destina à manutenção das escolas, coisa que não ocorre em Guajará-Mirim devido à equiparação salarial da classe docente, hoje quase igualada à nível federal, segundo o prefeito. “Os proventos salariais dos professores é o segundo maior do Estado. Com a folha inchada, a Secretaria de Educação não está tendo nenhum custeio com outros gastos necessários”, ressaltou.

Presente à reunião, a Secretária de Finanças, Aleide Fernandes, disse ser muito louvável a proposta sindical, apesar de inviável. Na ocasião, explicou através de cálculos contábeis e encontro entre receitas e despesas que o recurso do Fundeb oscila a cada repasse e que hoje 100% destes recursos estão somente servindo para os gastos na folha salarial, não sobrando reservas para as demais demandas.

Envolta num clima tenso e nervoso, a reunião aconteceu sob o signo de mútuas incompreensões de parte a parte. Ânimos chegaram a se exaltar no calor das discussões, havendo até cenas de bate-boca entre a representação da Educação e prefeito e também com alguns vereadores. Buscando uma mediação para este abalo sísmico e disposto a dissipar ruídos e más vibrações, o presidente da Câmara, Paulo Nébio disse considerar justas as reivindicações da classe docente, mas advoga que elas deveriam ocorrer na base da legalidade. “Às vezes, por melhores que sejam as intenções, na base do atropelo não existem condições de se ajeitarem as coisas”.

O vereador peemedebista alegou ainda que a Câmara não está omissa em relação à esta contenda. “A Casa de Leis estará mandando para a chefia do Executivo o Projeto que autoriza o prefeito a repassar os 5% que a Educação precisa para suplementar sua pasta. Acatar ou não o Projeto, vai depender unicamente da rubrica do prefeito”, concluiu o atuante vereador.

Fonte: Assessoria

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